10 coisas que aprendi desde que me tornei mãe

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1. A culpa é um sentimento que vem junto a maternidade – Você passa a se sentir culpada o tempo todo. Quando fica alguns minutos longe de seu bebê, quando o seu bebê fica doente, quando ele chora por horas, quando falta dinheiro pra comprar algo que você queria muito, quando você fica brava por conta do cansaço, quando você não da conta de fazer tudo o que tinha planejado naquele dia, resumindo, é o tempo todo!

2.Você quase não tem mais tempo pra você mesma – Quando seu bebê vem ao mundo ele vem como um serzinho totalmente dependente de você. Ele precisa de você pra tudo, para se alimentar, para aliviar as cólicas, para tomar banho, para dormir. Em meio a tudo isso são raros os momentos em que você consegue fazer as coisas para você mesma. Em meu caso ainda tenho ajuda de meus familiares, fico pensando o quão difícil seria se eu ficasse sozinha o tempo todo com a minha bebê como muitas mamães por aí.

3. Coisas que antes você achava nojenta passam a ser as coisas mais normais do mundo para você(até porque são!) – Lembro que antes quando um bebê vomitava perto de mim ou quando alguém ia trocar uma fralda bem caprichada ao meu lado eu me pegava pensando o que eu iria fazer quando fosse comigo e sabe o que eu fiz? Limpei, me virei, até mesmo comemorei. Quando é com você e o seu bebê, tudo isso passa a ser as coisa mais normal do mundo, você não tem nojo, você não tem falta de prática, você simplesmente sabe. Você comemora quando seu filho enche as fraldas logo depois de alguns dias de dores por intestino preso, você cuida, troca, limpa, troca, da banho, troca… Você se suja e se limpa assim como faz com seu bebê. Essas coisas passam a ser as coisas mais normais do mundo para você. Até porque elas são.

4. Você simplesmente sabe tudo o que o seu bebê tem e precisa – Acredito que mãe tem uma espécie de sexto sentido. O sentido de saber tudo o que o seu bebê quer e precisa. Não me pergunte como mas você sabe. Você sabe quando o choro é de dor, você sabe quando é fome, você sabe se está na hora de trocar, você sabe se é frio ou calor, se ta quente ou se tá frio, se precisa de mais ou de menos, se seu leite foi o suficiente ou não, se está na hora de dormir ou de brincar, se o colo está bom ou não. Sabe quando você ouvia sua mãe te dizer “coração de mãe sabe de tudo” pois é, ele sabe mesmo!

5. Você vai saber ser mãe assim que se tornar uma – Assim como citei acima, mãe sabe. Eu tinha muitas inseguranças antes de me tornar mãe, eu pensava: “se não sei nem trocar uma fralda como vou trocar a da minha filha”,ou quando alguém me pedia para segurar uma criança e ela começava logo com um chororo em meu colo eu logo pensava “Não sei nem segurar uma criança como vou segurar a minha” e banhos então nem se fala eu achava que ia logo afogar o bebe de tanto medo que tinha. Mas ainda bem que as coisas não são assim. Mãe sabe ser mãe assim que seu bebê nasce, tudo flui com muita naturalidade e espontaneidade e no fim tudo da certo.

6. Todo seu esforço e cansaço são pagos com pequenos gestos – Aquele dia ruim, aquela noite mal dormida, aqueles dias de choro seu e do bebê, as dores da gestação/ parto/ pós parto, tudo isso é pago com pequenos gestos como um sorriso (involuntário no começo) carinhos, sonos bem dormidos, dias sem dores, o simples fato de ver seu bebê bem e feliz paga todo o seu cansaço e esforço. Te da gás, te renasce e te floresce. Cada gesto do seu bebê voluntário ou não tem a magia de te encher de amor e fazer tudo valer a pena.

7. Dói em você assim como dói neles – Cada vacina, cada cólica, cada agulhada, cada gripe, cada dor dói em você tanto quanto neles. É nas dores que você vê realmente o quanto se tornou frágil assim que virou mãe. Dói tanto, se não mais, em você quanto neles e você chora, morre de dó(mesmo quando é para o bem) e deseja mais que tudo que seja com você e não com eles.

8. Ser mãe é pagar a língua – Já ouviu aquela expressão “não cospe para cima que caí na testa” pois é, e não é que caí mesmo! Tudo o que você questionava que sua mãe fazia e falava, todas as vezes que você dizia “Aí se esse filho fosse meu”, vários de seus planos como: não vai assistir TV antes dos dois anos, não vou fazer a vontade dela se ela fizer birra, nunca vou colocar ela para dormir na cama comigo, e assim por diante vai fazer com que você page a sua língua várias e várias vezes. As vezes pelo cansaço, as vezes porque você vê que não era bem assim, ou até porque você fica mole mesmo em alguns quesitos. Não importa o motivo exato, em algum momento você vai pagar sua língua.

9. Amamentar não é tão fácil quanto parece – Muito pelo contrário! Se tem uma coisa que foi difícil depois que me tornei mãe foi amamentar. O peito trica, sangra, dói, o bebê tem fome e depende disso para se desenvolver, ele quer mamar de duas em duas horas ou três em três e você acha que não vai dormir nunca mais. Tem horas que tem leite demais e empedra, tem horas que tem de menos e você não sabe o que fazer. Claro que cada caso é um caso, mas no meu foi muito complicado.

10. Você vai sentir o amor mais incondicional do mundo! – Quando nasce um bebê nasce uma mãe, um pai, uma família. Quando nasce um bebê nasce um amor muito forte e poderoso, é um amor tão grande que faz com que tudo na sua vida faça sentido, faz com que você se apaixone todos os dias, faz com que sua vida seja repleta de luz. É um amor imenso que cresce a cada dia que passa. É um amor infinito e incondicional. Só quem se torna mãe ou se tornou pode entender tamanho sentimento.

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Leia para uma criança! Leia para seu filho!

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Quando você se descobre mãe muitas coisas mudam na sua vida, na verdade, tudo muda! Muitas coisas com as quais você não se importava começam a fazer toda a diferença e o que já era importante toma uma proporção ainda maior.

Um exemplo disso são os livros! O quanto queremos que nossos filhos desenvolvam esse hábito, que sejam leitores assíduos. Nós sempre pensamos no melhor para eles desde o comecinho, dentro da barriga, queremos que eles aprendam coisas boas e significativas e que gostem disso.

Eu lembro que na infância amava assistir Matilda (ainda gosto), achava tão extraordinário o fato daquela menina tão pequenina ler. Talvez sem perceber tenha me deixado influenciar por ela.

Ler é importante para qualquer um e podemos desde cedo incentivar nossos filhos a gostar de ler. Hoje em dia existe uma leva muito grande de autores e livros infantis com os temas mais variados para realmente chamar a atenção das crianças e até dos adultos.

Ler é importante! Muda a cabeça de qualquer um, desenvolve a criatividade, o novo, desenvolve a fala, a escrita, até mesmo os sonhos. Ler te faz viajar para mundos maravilhosos, viver vidas diferentes como princesas, fadas, cavaleiros. E tudo isso pode causar um impacto positivo para seu filho no futuro.

Minha pequena esta chegando e eu já comprei se primeiro livro e pretendo tornar um hábito ler ao menos um pouquinho para ela. Se você não tiver esse costume, que tal começar agora? Podemos mudar o mundo de muitas formas, eu acredito que ler é uma delas!

Mude o mundo: Leia para uma criança! Leia para seu filho! Leia para você!

 

A magia de se descobrir grávida!

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De repente você se descobre grávida! E agora? Independente de estar esperando ou não (como no meu caso) é uma surpresa sem tamanho, imensurável, pois você sabe que a partir daquele momento tudo vai começar a mudar e mais importante, você está se tornando responsável por uma vida.

Desse momento em diante seu corpo vai se transformar, seus sonhos e metas vão começar a girar em torno daquele “serzinho” pequenino crescendo dentro de você. Você terá que se adequar a tudo que está por vir: enjoos, preocupações, medos… tudo começa a ser novo, mas de uma forma mágica, única e boa.

Claro, não é bom ter enjoos, mas quando você sente o primeiro tremorzinho na barriga, quando você escuta o coração batendo, quando você assiste ao ultrassom, seu mundo se colore e já não importam azias, tonturas e cansaço. Não importam inchaços e noites mal dormidas por tantas idas ao banheiro. Aquela “coisinha” precisa de você e você percebe que também não pode viver mais sem ela.

A magia de sentir uma vida crescer ali dentro, de preparar o quarto, o enxoval, até mesmo pensar na escola, no futuro do seu filho, não há como descrever. Você deixa de ser importante para satisfazer as necessidades de quem está chegando.

Estar grávida é amar quem você ainda nem conhece, contar os dias, as horas para ver o rostinho, pegar no colo, ninar. Tudo é uma imensidão de sentimentos que transborda de dentro do coração e se transforma na forma mais linda de amor!

 

3 meses de um anjo em minha vida

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Há pouco mais de três meses um anjo chegou em minha vida e trouxe toda a Luz do mundo para me iluminar. Junto a ela muito amor, muitas alegrias, muitos medos e inseguranças e um grande desafio de ser totalmente responsável por um ser tão magnifico e ao mesmo tempo tão frágil.

Quando nos tornamos pais, por mais que se esteja preparado, muitas das coisas não são da forma que imaginamos. Um bebê não vem com um livro de instruções e não conhece nada desse mundo aqui de fora. É um momento de descobrimentos tanto para ele, quanto para você. Experiências de terceiros talvez possam ajudar em algumas áreas, em outras só passando por tudo mesmo.

Você aprende que existe um mundo todo novo e se torna uma nova pessoa a cada dia. Você começa a abrir mão de muitas coisas, se torna uma pessoa mais paciente, dorme menos, tem bem menos tempo para você, passa a desejar que o dia tenha 48 horas para que você de conta de todas as tarefas, multiplica a sua felicidade diária e descobre o verdadeiro sentido de amor incondicional.

Minha vida virou de cabeça para baixo desde que minha filha chegou. Tudo é diferente, novo e especial. É como dizem por aí, se você sobrevive ao três primeiros meses tudo fica mais fácil.

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O primeiro mês sem sombra de dúvidas foi o mais difícil para mim. A Beatriz nasceu as 20h30 de uma segunda feira, meu parto foi uma cesariana devido a pressão arterial que estava alta a mais de duas semanas, ela nasceu com 3.770kg e 49 cm. Eu havia completado 40 semanas neste mesmo dia. Ficamos os dois dias na maternidade para recuperação e observação. Obtivemos alta na quarta feira por volta das 18h30. No dia seguinte quando fui dar banho nela notei que ela estava muito amarelada e resolvi voltar para o hospital, após o exame de sangue ser feito o pediatra me disse que ela teria que ser internada para ficar no banho de luz, pois a icterícia dela estava bem acima do que seria o considerado normal. Ficamos mais três dias internadas até que ela baixasse.

Meus seios trincaram e chegaram a sangrar, tornando muito difícil amamentar.

Depois da alta começamos com os banhos de sol e idas a pediatra para acompanhamento. A Beatriz desde que nasceu trocou o dia pela a noite totalmente e isso durou exatamente os três meses.

Para aumentar o sofrimento dela e meu o primeiro mês sempre vem acompanhado de vacina, exame do pezinho e no nosso caso alguns exames de sangue. Porém a Beatriz foi um bebê que me deu pouquíssimo trabalho. Ela nunca foi de chorar muito, a não ser por dor ou sono. Ela ama tomar banho desde que nasceu, mesmo em dias mais frios. Ela adora trocar de roupa e não me da um pingo de trabalho para as trocas de fralda.

Em cada dia de um bebê sempre tem aquele momento totalmente maravilhoso, mas no primeiro mês eles acontecem bem mais. Ele é o mês dos descobrimentos. Tudo é novo e a cada dia que passa o bebê aprende alguma coisa nova, tudo o que o ele faz acontece pela primeira vez. O primeiro choro, a primeira mamada, a primeira troca de fralda, o primeiro banho, o primeiro sorriso involuntário, o primeiro sono, a primeira vez que você segura seu bebê, os primeiros sons vocais e muitas outras pequenas coisas. Poder viver esses momentos é uma coisa mágica!

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No segundo mês tudo ficou mais fácil, nos acostumamos uma a outra e a nova rotina.

O meu peito cicatrizou e passou a ser gostoso amamentar. A icterícia se estabilizou as cólicas diminuíram e eu não teria nada do que reclamar, se não fosse ofato de meu peito secar quase que por completo. Eu tive de entrar com o leite em pó. A marca com a qual entrei prendeu o intestino dela. Após a consulta pediátrica trocamos a marca e entramos com medicamentos naturais para a regularização. Esses dias de longe foram os que mais sofremos com cólica, dores, choros e falta de sono.

Neste mês a Beatriz teve de tomar aquela vacina chata das cochas mas não sofremos com efeitos colaterais dela.

Ela também aprendeu a agarrar objetos, a mandar beijinhos e mostrar a linguá (claro que da maneira dela, mas me deixou boba com tanta esperteza!), a fazer birrinhas para que ficássemos de pé com ela na posição que ela prefere.

Outra coisa que me impressionou demais foi o fato dela começar a usar M. Me fez ver como o tempo voa depois que o seu bebezinho nasce. Tudo passa tão rápido e você tem que ficar atento e registrando tudo que puder, para não perder nada e para não ser enganado por sua memória e esquecer.

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O terceiro mês chegou muito mais rápido que os anteriores, foi um mês muito prazeroso. A Beatriz virou uma tagarela, ela “fala” em 80% do tempo em que está acordada, tudo é “angu”. Começou a criar uma rotina. Ela passou a dormir um pouco melhor durante a noite, mesmo assim não a noite toda.

De repente a banguela não parou mais de aparecer, só sorriso o tempo todo. Começou a acordar tão bem humorada que me enchia de combustível para o dia todo. Começou a assistir “Galinha Pintadinha” e a prestar a atenção em tudo que é colorido. Passou a interagir na hora da histórinha que leio para ela e até “ler” junto comigo. O pescoço não parou mais de virar para poder olhar para todos os lados. As cólicas e gases pararam de vez.

Eu comecei a me sentir uma mãe bem mais madura. A ter mais confiança, me sentir mais forte e ter menos culpa. A pesquisar e estudar mais sobre os bebês e a maternidade (coisa que deveria ter feito durante a gravidez). Tudo começou a melhorar e a se tornar mais prazeroso. Os passeios durante o dia são bem mais gostosos, ela fica “sentadinha” no carrinho olhando para todos os lados e conhecendo muitas coisas novas.

Agora que esses três meses se passaram eu sei que posso mesmo passar por tudo. Minha vida faz bem mais sentido desde que ela nasceu e a pessoa em que me transformo a cada dia também.

Continuarei a relatar muitas coisas sobre o crescimento da Beatriz. E assim trocar experiências com quem estiver lendo. Não quero esquecer de nada e nem ser traída pela minha memória. Amo cada momento, mesmo os momentos difíceis, são eles que fazem com que nos superemos.

 

Sigam a Beatriz no instagram: @_mundodabea

 

Coração de mãe

Coração de Mãe - Blog

Coração de mãe será a minha nova tag do blog, onde irei postar tudo relativo a minha nova vida de mamãe.

Como as duas autoras do blog agora são mamães e o título deste blog sempre teve muito haver com as nossas vidas, que por uma coincidência enorme do destino sempre foram muito interligadas e uma verdadeira confusão, será muito comum vocês verem diversos tipos de posts ligados a maternidade.

Desde que me tornei mãe minha vida gira em torno da bebê mais maravilhosa do mundo, e sinto que finalmente depois de tantos anos me sentindo incompleta encontrei o meu pedacinho que faltava, e junto a mim ela não só me completa, mas me excede. Descobri qual é a minha verdadeira vocação e o sentido da minha vida em terra.

A maternidade é algo maravilhoso! Claro que existem todos os seus altos e baixos, pois a ela é a maior montanha russa de sentimentos que se pode sentir, mas gerar uma vida e ser responsável por ela, é a melhor experiência do mundo.

Sou completamente apaixonada por minha filha e por tudo o que faço pra ela e por ela. E quero compartilhar isso com todos vocês! Porque acredito que toda experiência boa, tudo o que gera amor, deve ser compartilhado. Também quero deixar tudo o que eu viver e sentir registrado como forma de lembrança para mim e como descobrimento futuro para minha garotinha.

Na vida temos que fazer o que nos faz felizes e a maternidade é algo que me transborda.

Um beijo enorme no coração de vocês! Até o próximo post!